1.11.09
Desenho animado 3
Esse desenho é antiquÃssimo e eu via direto. Adorava o vira-lata, quando ele chegava e salvava sua namorada Polly. Seu problema acabou, o vira-lata chegou!
Esse desenho é antiquÃssimo e eu via direto. Adorava o vira-lata, quando ele chegava e salvava sua namorada Polly. Seu problema acabou, o vira-lata chegou!
Esse post é em homenagem a Sofia, filha de Juliana de três anos e a minha sobrinha Bianca, de oito. O desenho é fofo e educativo. Eu gosto da Uniqua e vocês? são eles: Pablo, o pinguim; Tyrone, o alce; Uniqua, o bichinho rosa, Austin, o lilás e Tasha, a hipopótama. O episódio que mais gostei foi um que eles foram até as Pirâmides do Egito. Eles brincam no quintal e” viajam” pelos lugares. O desenho é em 3D e canadense. Na minha época não tinha isso!

Carlos Patati tem 49 anos e é roteirista de quadrinhos. Escreveu, dentre outros livros, Almanaque dos Quadrinhos,” A Luneta mágica”, adaptando Joaquim Manuel de Macedo, , mais conhecido pelo livro “A moreninha”, para os quadrinhos. Seu último projeto é a adaptação de” O Cortiço” de Alvares de Azevedo. Em sua casa, para uma gravação de um projeto de vÃdeo meu e de Leonardo Coelho, descobri que ele planeja falar de Noel Rosa, adaptando a vida do compositor para o universo cult dos quadrinhos. Espero que gostem da entrevista. Agradeço a gentileza de Patati, Juliana, sua mulher e Sofia, sua filhinha de 3 anos, por nos receberem em sua casa. Estou devendo um bonequinho do Backyardigans para a Sofia. Ela está em dúvida porque quer todos. Eu gosto da Uniqua, ela quer o Tyrone. Até o fechamento deste blog, ela ainda quer Tyrone, o alce… Espero que gostem da entrevista!
Anna Barros- Qual a sua opinião a respeito da inserção de quadrinhos na Educação?
Carlos Patati- Acho que podem ser um bom instrumento de conexão com a cultura , e um bom instrumento de informação. Eu mesmo soube da existência e do interesse de diversos romances brasileiros através das adaptações realizadas pela saudosa editora Ebal. De um lado, eram cheias demais de legenda, e sua leitura solene e vagarosa afugentou muita gente. Pelo outro lado, os desenhos eram tão bonitos, e alguns dos romances são tao bons…! Que eu não me importava com as legendas cheias demaisa de texto. Ler “Menino de Engenho” pela pena de André Le Blanc foi excelente maneira de ser apresentado ao grande José Lins do Rego…
AB- O que o levou a roteirizar quadrinhos?
CP-Meu gosto pela sua leitura e a convicção de que podia fazer melhor do que boa parte do material brasieliro de aventura e terror que conheci quando menino.
AB- Quando começou sua trajetória?
CP-Nos anos oitenta, quando apresentei meu material á Editora Vecchi e fui imediatamente aceito como colaborador das revistas de terror que esta casa publicava na época.
AB- Como foi a experiência de transpor para os quadrinhos clássicos da literatura?
CP-É a experiência da adaptação, ou seja, de ser fiel ao espÃrito da obra e não a cada um de seus detalhes ..Sempre há coisas a suprimir, outras a esclarecer, diálogo que tem que ser atualizado…
AB- Como se dá o processo de criação dos quadrinhos? Você roteiriza a partir de imagens ou você interage com o desenhista? Quem é seu maior parceiro?
CP- Bom , começa-se, por desenhos ou palavras, com uma sinopse, isto é a, a compreensão global da história, sua formulação de modo conciso.Ocupa de uma a duas pgs, no caso de um projeto de série, três páginas. Uma vez isto feito, realiza-se uma roteirização página a página e quadro a quadro, acompanhada dos diálogos e legendas. No meu caso, procuro conversar bastante com o desenhista., desde a elaboração da sinopse até a dos desenhos de conceito de personagem e trtamento visual, uma fase importante para quem vai ter de desenhá-lo várias vezes, em várias poses.
Sessenta e duas peças de Auguste Rodin, que eu tive o privilégio de ver no Rio e em Paris, ficarão expostas por três anos em Salvador, Bahia. A mostra será no Palacete das Artes Rodin Bahia no bairro da Graça. É uma exposição imperdÃvel. A minha escultura favorita é O beijo. Eu acamparia nos jardins do Museu Rodin em Paris. Amei lá. E olha que não sou chegada a acampamentos. Estive lá em 1997 com minha irmã Renata, outra apreciadora da arte de Rodin. Recomendo também o filme Camille Claudel, baseado no romance de Rodin com sua discÃpula, que dizem criou várias esculturas e Rodin as capturou. Rodin, no filme, é interpretado por Gerard Depaurdieu e Camille Claudel por Isabelle Adjani.

“Eu não invento nada, eu redescubro.” Auguste Rodin
Arthur Xéxeo fez uma listinha e e eu farei a minha:
1- SuplÃcio de uma saudade
2- Tarde demais para esquecer
3- O campeão
4- Menina de ouro
5-Ghost
6- Titanic
7-Moulin Rouge
8- A cor púrpura
9- Doutor Zhivago
10-Um amor para recordar
E a lista de vocês? Bateu com o Xexéo: SuplÃcio de uma saudade, Tarde demais para esquecer, O campeão.
Um filme dirigido pro Robert Redford que também atua, com Tom Cruise e Meryl Streep. Maravilhoso! Foi uma dica de uma pessoa querida há um tempo atrás que viu no avião, eu comprei o DVD tempso depois por causa do Tom Cruise e passa agora no Telecine Premium. Filmaço que fala de jornalismo e not´cia, polÃtica e educação. ImperdÃvel!
