20.6.09

Formatura

Segunda-feira começo a pagar a formatura. É um paradoxo numa relação de que nosso diploma não terá valor mas uma esperança de qualificação. Qualquer atividade precisamos de prática mas se não tivéssemos teoria e contato com os professores, não teria sentido. Na redação, é tudo corrido, temos pessoas que nos ensiam e têm paciência mas a faculdade nos ajuda a ter formação. Conversando com Jessica ao telefone, ela disse que sua mãe lembrou de mim, que fazia uma segunda graduação. Eu fiquei com muita raiva mesmo na quarta-feira, quando eu soube, mas agora estou me acalmando. Será um diferencial para todos nós, com certeza. Minha mãe vai me dar de presente, mas a primeira irei pagar com meu dinheiro. Espero que tudo dê certo, num país que precisa de educação e desmerece o ensino superior. Que tudo dê certo!

annaclbarros    21:13:27 — Arquivado em: Jornalismo


28.3.09

Médicos nas barricadas

O artigo de Moacyr Scliar é fantástico e está no Prosa e Verso de hoje. Vou tentar descolar se há na versão online. Scliar é medico e escritor. Adoro tudo que escreve. Quem tiver a versão impressa, não deixe d eler. Prosa e Verso é um dos meus suplementos favoritos do jornal O Globo.

annaclbarros    10:55:21 — Arquivado em: Jornalismo, artigo, prosaeverso


24.3.09

Quinta matéria

A quarta era sobre “Quem é você e por que decidiu fazer Jornalismo” mas não vou publicar porque não há sentido algum falar de mim.

Ballet ou parkour
Negócio é
experimentar

Leonardo Coelho,19 anos, está entre ballet e parkour. O ballet fortalece os músculos da perna e o parkour fortalece os do braço. Mas seu negócio mesmo é experimentar. Estuda Jornalismo por influência do irmão gêmeo, Henrique. Resolveu aprender ballet após ter se cansado da academia , por ter a mãe, bailarina, por espelho. O que pode ser tomado como inconstância ou instabilidade, se resume a uma palavra: flexibilidade. E a timidez que ele tanto propaga ter, na verdade é insegurança, porque coragem ele tem e muita.
Leonardo é um andarilho. Nasceu em Curitiba mas por causa do trabalho da mãe,Heloisa, morou em Brasília e agora no Rio de Janeiro. Mora com ela e o padrasto,a quem considera seu pai, desde os 7 anos. O pai biológico é músico e lhe deu um outro irmão de nome inusitado Satwa que fará sucesso com essa moda indiana. Tem uma relação superficial com seu pai.
Tem múltiplos gostos. Adora quadrinhos, música estilo heavy metal e esportes. “Como sou tímido, foi o esporte que me fez interagir com os outros na escola.” declara. Mesmo não sendo gaúcho, é torcedor fanático do Grêmio e sonha um dia trabalhar no Diário Lance, de preferência em 2014 cobrindo uma Copa do Mundo. E a suposta timidez não o prejudicará no Jornalismo, pelo contrário, o estimula a vencê-la.
A relação com o irmão gêmeo brota na entrevista. “ A parte mais chata de ser irmão gêmeo são as perguntas que fazem.”fala Leonardo. E confessa que há perda de individualidade sim em alguns momentos mesmo que cada um tenha seu quarto, seu computador,sua televisão. Pelo menos nunca compartilharam namoradas, já que são bivitelinos ou seja não são idênticos. Seus múltiplos interesses não parecem dispersão e sim uma inquietude natural a qualquer rapaz de sua idade.

annaclbarros    22:15:04 — Arquivado em: Jornalismo, matéria


19.3.09

Vinicius Nicoletti

Peço licença à querida Jessica Nayara que é fã de Vinicius Nicoletti mas não poderia deixar passar em branco a excelente matéria que ele fez com os deficientes visuais no Morumbi. Torcedores do São Paulo foram num programa em conjunto de uma empresa de turismo e a ESPN “ver” o jogo. A matéria é sensível e o destaque cabe à torcedora Simone que colocou em Rogerio Ceni todos os seus ídolos são paulinos. Quem não viu, veja no www.espn.com.br/360  A matéria é espetacular. Queria aproveitar e agradecer a simpatia de Vinicius Nicoletti quando eu o conheci no pré-jogo da Libertadores em 2/07/09 entre Flu e LDU.

annaclbarros    11:35:55 — Arquivado em: Jornalismo, reportagem


18.3.09

Terceira matéria

Foi sobre minha querida amiga Thaty Moura após uma entrevista. Só acho que vou perder pontos porque o título não está ipsis literis do lead. ;)

 

Menina do interior

                                                  mostra que mulher

                                                           fluminense tem sal

 

 

 

 

 

              Thaty Moura sabe o que quer. Tem 20 anos, estuda Jornalismo nas Faculdades Integradas Hélio Alonso e mesmo tendo nascido no Rio de Janeiro, sua família mora em Cabo Frio. Decidiu sair de lá por idealismo. Se lá ficasse para estudar na faculdade, para ter sua profissão, teria que fazer conchavos com políticos locais,algo que abomina. Além do que, detesta cidade pacata, gosta mesmo é da agitação do Rio de Janeiro.

               Estagiou na Telelistas em algo não relacionado à área mas que a fez crescer no relacionamento interpessoal. Está envolvida num projeto com estudantes do quinto período que começou com um programa de rádio chamado Entreouvidos e hoje abriga um site onde serão hospedados a rádio e uma WebTV. O programa é de variedades, esporte, música e não tem notícias como no passado. Trabalha na produção e se surpreende com esse novo desafio pois o que tenciona mesmo é ser repórter, fazer matérias. Pensou em fazer jornalismo investigativo mas o que quer de fato é estar onde a notícia está. Respira Jornalismo 24 horas por dia. Quando não está na faculdade, vê a Globo News direto a fim de estar sempre informada. Estilo full time.

             Seus pais Jorge e Alice são administradores de empresa. Tem um irmão também chamado Jorge que é casado e tem um filho, Enzo. Seu sobrinho é a única criança que se permite gostar pois prefere animais. Não pretende se casar e nem ter filhos. Sua mãe já se conformou mas seu pai não. Tem uma profunda admiração por seu avô que era aposentado do Banco Central, já falecido de septicemia há 2 anos. Chega a se emocionar ao falar dele. Do avô tirou sua maior lição. “Meu avô me dizia que devia lutar até o fim pelo o que eu quero.”- disse Thaty. Essa frase norteia sua vida.

             O nome inusitado foi dado pelo pai. Como ele fora casado três vezes, sua filha mais velha que faleceu, chamava-se Barbara e tinha o apelido Babi. Queria repetir o nome quando Thaty  nasceu mas Alice,sua mãe, se negou. Então ele encontrou em Thaty algo mais próximo sonoramente de Babi. O nome exótico de certa forma faz com que todos se lembrem dela de alguma forma.

              Sua maior qualidade é o perfeccionismo. Daí onde advém a dificuldade de se relacionar com as pessoas em determinados momentos. Por não querer casar, nunca parou para pensar se tem medo de ficar sozinha. Não focaliza o futuro. Tem medo de ficar sem a mãe de quem tem muito ciúme. A única coisa que a refrearia em Jornalismo seria algum tipo de ameaça à família. Quem mais admira na profissão é Caco Barcellos do Profissão Repórter. “Faria de tudo para estagiar com ele”- complementa. Thaty não é nome inspirado em fragrância de perfume mas veio para impregnar o ambiente, deixar sua marca, ficar.

 

 

 

 

annaclbarros    15:12:42 — Arquivado em: Jornalismo


Tostão e Sócrates

Adoro Tostão e Sócrates… Um jogou no Vasco mas eu não vi jogar… As recordações são televisivas e da Copa

do Mundo do México de 1970… Sócrates eu vi e muito! Jogou no Botafogo e no Flamengo mas eu lembro é da

antológica seleção de 1982, aquela que me fez gostar de futebol… Por que gosto deles? Sim, porque sou médica

também. Eles são e não sei como conseguiram conciliar jogar futebol e estudar Medicina…. São ortopedistas…

E Tostão escreve maravilhosamente bem.É jornalista de mão cheia. Leio suas colunas na biblioteca, as

colunas do JB aqui no Rio todas as quarta-feiras.

Por que lembrei deles? Porque André Kfouri escreveu uma história interessantíssima sobre

Tostão, que vale a pena ler e reler… Uma amostra da maravilhosa figura humana que é… Quando eu vejo foto

dele com a camisa cruzmaltina,fico pra lá de orgulhosa… E pra mim não dá pra lembrar de Tostão e não

lembrar de Sócrates. Os dois estão muito envolvidos na minha emoção.

annaclbarros    09:09:14 — Arquivado em: Jornalismo, Medicina, futebol


16.3.09

A segunda matéria

A primeira tirei nota boa (oito) mas não gostei muito. E foi um parto a fórceps. O título não saia de jeito nenhum , o professor ajudou e tudo e tinha a questão da possibilidade de eu não estar present epara entregar porque tinha cirurgia de manhã. Acabou que deu tudo certo,eu entreguei, repaginei a matéria e ficou tudo bem.Sou estressada mesmo com a scoisas, prefeccionista. O primeiro entrevistado foi o próprio professor. Eu estava uma pilha na verdade,com medo de dar tudo errado.A segunda fluiu melhor talvez porque eu conheça bem minha colega de turma Thaty que deu uma ótima entrevista para nós. Um personagem rico e interessante. Não tenho dificuldade para escrever nem para prazos mas tenho com título,toques. E vendo entrevistas,lendo colunas e artigos, fica mais fácil.Sou muito observadora e procuro extrair o melhor dos jornalistas que admiro. Fico atenta a tudo,tentando aprender mesmo. Quisera eu poder tirar dúvidas com eles. A maioria mora em São Paulo. No way,não tem chance. Faze rpesquisa de campo na apuração tenho mais dificuldade. Há lugares que nunca me imagino indo ou pesquisando mas barreiras têm que ser quebradas. Bem, vou continuar burilando aqui minha matéria. A outra o professor disse que tinha poesia e jornalismo é fato, real. Tenho aprendido muito com ele,Cesar Costa.Eu o acho curioso demais mas ser jornalista é isso mesmo. Talvez pelo fato de eu ser muito reservada com a minha vida. Ele vai dar dez a quem for entrevistado. Eu não vou ganhar porque não vou querer ser. Nem botei nome na folha,estou escondidinha… Minha vida é um livro aberto, nada tenho a esconder. Já dei entrevista por e-mail,a jornal impresso(Folha Dirigida),não me nego a responder nada de minha vida quando sou perguntada mas quer saber? Prefiro mil vezes perguntar!!!!Em tempos de Hamlet… Perguntar ou não perguntar,eis a questão…

annaclbarros    09:30:26 — Arquivado em: Jornalismo


30.1.09

Medicina ajuda Jornalismo

Ouvi o Trajano falar ontem que o grande Joao Maximo era dentista. E ele falou em entrevista que o Jornalismo o ajudava a juntar dinheiro pra abrir o consultório.Adoro operar e auxiliar. fiz isso há pco tempo e estava sentindo falta. Mas sinto que a Medicina me ajuda com o Jornalismo. É o inverso da história dele. Com a grana que ganho,invisto no curso,na mensalidade,no que mais pintar. Como é meu único ofício,me ajuda a virar jornalista. Precisava fazer esse registro importante. Ainda mais que é difícil à beça fazer estágio mas eu não desisto. Tenho mais três períodos para tal. Não sei se tem a ver com a minha idade. Espero que não porque mereco chance de fazer prova.

annaclbarros    12:01:13 — Arquivado em: Jornalismo, Medicina


29.7.08

Jornalismo: ter ou não ter um diploma

Não é novidade que me interesso por política. Devo isso a meu saudoso pai que nos deu uma educação privilegiada regada a livros,jornais e discussões em casa de todos os temas. Aliás não tenho que me queixar de nada de minha educação tanto de meu pai intelectual como de minha mãe experiente na faculdade da vida. Só uma ressalva mas aí devo a mim mesma.Queria ter morado no exterior um tempo.Faltou isso à minha formação como pessoa mas meus pais não têm culpa. Nunca quis ficar longe deles,talvez prevendo a doença de meu pai em 1989 e sua morte precoce em 1991( câncer de cólon descendente).Isso posto gostaria de externar que aprecio muto Luiz Garcia além de Elio Gaspari,o mago d apolítica. E o artigo de Luiz Garcia hoje no O Globo(mais uma herança do meu querido pai) fala da exigência do diploma de jornalista.Ele diz que se não for exigido mais médicos,engenheiros,economistas teriam acesso à Redação de um jornal. Mas sabemos que é um meio extremamente fechado. Lembro de no segundo grau com aquelas dúvidas que pairam na cabeça de qquer adolescente eu ter pensado em fazer História, Direito (talvez devido à carreira bm-sucedida do meu pai),Arqueologia e… Jornalismo. Sim,pensei no primeiro ano do segundo grau. Papai me disse uma frase emblemática que me marcaria: "Mas Anninha pra ser jornalista não precisa ser formado". Hoje eu vejo que ele tinha razão em parte mas eu discordo do mestre Luiz Garcia. O diploma deve ser exigido sim mas sem restrição de imprensa. Isso não significa que talentos que não se formaram não possam ser jornalistas. Podem fazer uma pós hoje em dia que lhe dêem o direito.Ãntigamente não tinha a faculdade tanto que vários mestres do Jornalismo formaram-se em outras faculdades geralmente Sociologia ou Direito ou História. Meu pai exerceu o jornalismo no DCE de Direito da  hoje UERJ,antigamente Universidade do Distrito Federal ,depois Universidade da Guanabara,lá nos idos dos anos 50 e pasmem-tem a carteirinha da Associação Brasileira de Imprensa,feito que me orgulho muito. Papai se formou em 1954,com 27 anos,o que nao acreditei ate ele me mostrar os documentos.Dizia que nao queria estudar,só ficar no DCE… Era uma das pessoas mais inteligentes que conheci,de uma juventude perene na alma apesar do conservadorismo, de ser de direita mas segundo ele "social democrata".É uma questão controversa mas o fato de Luiz tê-la abordado muitome gratificou e guardarei a coluna com muito carinho. Quantas vezes discuti com meu pai sobre política e ele me dizia que meu único defeito era ser Lula na época. Tudo que meu pai falava se concretizou em 2002 no imbroglio do mensalão. Mas sabe como é pai,vê poucos defeitos nos filhos.Eu tinha e tenho muitos. Um dia gostaria de escrever um livro com as histórias de meu pai. Não sabia que ele partiria tão cedo( eu tinha 18/19,no segundo ano de Medicina e minha irmã Renata,12) senão gravaria tudo que ele falava… Bem, lembrei do meu pai de novo. Mas falar de Jornalismo sem falar do meu pai é o mesmo que falar de Rio de Janeiro e não falar do Sol ou do Vaticano e nao falar do Papa ou de futebol e não falar do Pelé. Bem, ´não comentar sobre o meu time de futebol.Me recuso pois estou extremamente chateada. Meu pai era vascaíno mas mudou de time e nao sei ao certo porque no fim da vida torcia pelo Bonsucesso…Meu irmão Jose Carlos,doze anos mais velho que eu,filho do primeiro casamento de minha mae mas que meu pai criou desde os 5 anos,diz que foi uma derrota do Vasco pro Flamengo que muito o irritou,mas eu nao lembro,era pequena.Achava que tinah a ver coma  Copa de 50 onde tinham muitos jogadores do Vasco,mas parece que não foi.A leitura de Luiz Garcia em sua coluna hoje vale muito a pena.

annaclbarros    08:35:46 — Arquivado em: Jornalismo


14.7.08

O erguimento da Bastilha

Apesar das dificuldades de se começar um novo curso,seja ele qual for,eu me sinto uma pessoa privlegiada pois consegui realizar um sonho meu e sim,do meu pai,ser médica,coisa que jamais deixarei de ser,se um dia porventura,abraçar outra profissão e estou fazendo outra paixão. talvez essa paixão não tivesse nome quando eu decidi a carreira aos dezessete,aliás muito cedo,na minh opinião,pois no terceiro ano científico(como sou velha!!!,hoje é ensino médio) eu fiquei em dúvida entre Medicina e Letras. e meu professor de redação Igor,era o único que dizia que tinha algo a ver. Optei por Medicina,cursei e fui feliz todo o caminho até me decepcionar com plantoes,chefes, nao pagamento de salarios ou de cirurgias que auxiliava, quebrar pedra em consultorio alheio e ver outros colegas serem chamados pras cirurgias porque eram homens ou ate porque auxiliavam melhor,por que não? mas era eu que estava lá atendendo pacientes de convenio com o maior prazer e dedicação,prenchendo fichas,tirando pontos e cuidando dos pós-operatórios na ausência do cirurgião titular. Em 2003 no curso integrado de Cirurgia Plástica como fundaram a SBCP jovem,numa iniciativa do dr Humberto Rezende que foi meu professor de Anatomia em sua gestão á frente da SBCP Rio de Janeiro,me chamaram pra ser diretora de divulgação e ajudar no jornal. Destino? Predestinação? Prenúncio? Não sei. Só sei que aceitei e fiquei o ano inteiro ajudando e tive dois contos meus publicados! Sim,tive e foi uma felicidade muito grande para mim. Só que não é fácil recomeçar. É bonito em novela ver alguém mais velho estudando de novo. E eu nao podia estudar à noite por causa dos meus plantões,de manhã temia passar noite m claro cuidando dos pacientes e nao prestar atenção à aula ou dormir. Então fui pra tarde. Não é facil lidar com adolescentes e explicar o porquê de uma cirurgiã pla´stica estar estudando Jornalismo. Parecia que as pessoas desmereciam uma carreira tão linda ou ser médico está acima do bem e do mal,é um status besta ou é um nível supra qualquer coisa.Tinha que dar explicações que com o tempo deixei de lado porque eu não tinah a resposta. Eu gostava de escrever,tinha paixão por jornalismo,por esportes e cinema. E sempre escrevi bem. Na facul queria ser oradora e perdi a eleição pra uma de minhas melhores amigas que é ginecologista e obstetra,Daniela nesti,que já citei ao falar do show do Paul. Só podia concorrer em uma categoria então não podia pleitear o juramento de Hipócrates.Se fosse hoje,faria diferente. Então pediram pra eu organizar a missa no Colégio São Bento(nos formamos no dia de Sao Bento,11 de julho,portanto há12 anos direto do túnel do tempo…) e para escrever todas as plaquinhas dos professores homenageados… E confesso que fiquei muito feliz. Pra cada um escrevi algo diferente. E pro Toledo,professor titular de Anatomia,escrevi algo tão poético que ele se emocionou… Estou nostálgica pq encontrei meus colegas de turma sábado pra comemorar o niver de 12 anos.E estou feliz por estudar Jornalismo. Não é fácil,estudo muito,estou sempre ávida por informaçãohá preconceito por causa da idade sim de algumas pessoas e pelo fato de sentar na frente e tirar boas notas… São épocas diferentes! Hoje aproveito muito mais porque o tempo urge para mim. Tenho sede de saber e de perguntar. E questiono muito. Algumas amigas me acharam loucas e daí decidi contar pra poucos pra nao ter que ficar me explicando mas estou muito feliz de estar lá. Adoro aprender e escrever. Agora só falta um estágio que estou procurando freneticamente. Quem é padre mesmo que largue a batina nunca deixará de sê-lo.Eu nunca deixarei de ser médica. Já atendi muitas pessoas na facul,meus vizinhos,minha ex-cunhada (que se queimou e eu até comprei a pomada dela(sulfadiazina de prata),professores que perguntam remédios,tudo de graça porque há amor pela Medicina mas não há mais paixão porque sofri muito mesmo até chegar onde cheguei que foi a prova de especialista da SBCP que continuo pagando e continuarei,assim como continuo com meu CRM pagando o CREMERJ(mesmo porque fui assaltada ha 3 anos atras e minha unica carteira de identidade é a do CRM mesmo). Eu estou feliz e é isso que realmente importa.Onde isso vai dar? Não sei mas irei até o final e lutarei muito para alcançar meus objetivos. Vai uma mençãohonrosa a Gilson Caroni,meu professor de Sociologia e Sociologia da Comunicação que se não fosse por ele,seu apoio,não sei se teria conseguido ir além do primeiro período.ele fez de tudo pra me inserir e pra me ajudar a vencer a timidez. E também a Rafael Carnevale,botafoguense roxo, que me deu trote e que foi fundamental nesse reingresso aos bancos escolares e Caio Beckham,veterano, que sempre trocava ideias comigo e Ana Paula Pinto,Marcelo Sampaio(que largou Engenharia e é um amigo muito querido),Anderson de Souza(que sempre fazia perguntas de Medicina e queria até operar comigo mas não tinha indicação. Isso é que é confiança e fidelidade),Fernanda Tomaz que me deu o bizu da primeira prova de estágio que so nao passei na entrevista pq queriam que ficasse à noite e eu tinha meus plantoes,Henrique e Leonardo Coelho(os gemeos coelhinhos-um é Assafinho,o outro é Tim Burton,amigos de todas as horas e dos trabalhos mais psicodélicos),Cecilia Marella, Thaty Moura,Louise Biral, Isabela Marinho,Laura Zandonadi e Larissa Siqueira que foram meus amigos sem questionar muito,me aceitando e me dando apoio nos momentos mais difíceis,dando ânimo e confiandosempre no meu potencial de escrita.Se tiver um sonho,corra atrás dele. Não é chavão,nunca é tarde mesmo!Eu sou a prova viva disso.

O título é pra fazer alusão à queda da Bastilha…

annaclbarros    06:40:05 — Arquivado em: Jornalismo, cirurgiaplastica


Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://annaclbarros.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.